quarta-feira, 21 de setembro de 2016

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Conteúdo para estudar...

Resultado de imagem para matematico maluco

Quem for se preparar para a avaliação de amanhã, deve prestar atenção nas seguintes habilidades a serem alcançadas:

A matriz de referência de Matemática é composta por quatro temas, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos estudantes. Dentro de cada tema há um conjunto de descritores ligados às competências desenvolvidas. O conjunto de descritores é diferente em cada série avaliada.
D1 – Identificar a localização /movimentação de objeto em mapas, croquis e outras representações gráficas.
D2 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre poliedros e corpos redondos, relacionando figuras tridimensionais com suas planificações.
D3 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais pelo número de lados, pelos tipos de ângulos.
D4 – Identificar quadriláteros observando as posições relativas entre seus lados (paralelos, concorrentes, perpendiculares).
D5 – Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da área em ampliação e /ou redução de figuras poligonais usando malhas quadriculadas.

Tema II. Grandezas e Medidas
D6 – Estimar a medida de grandezas utilizando unidades de medida convencionais ou não.
D7 – Resolver problemas significativos utilizando unidades de medida padronizadas como km/m/cm/mm, kg/g/mg, l/ml.
D8 – Estabelecer relações entre unidades de medida de tempo.
D9 – Estabelecer relações entre o horário de início e término e /ou o intervalo da duração de um evento ou acontecimento.
D10 – Num problema, estabelecer trocas entre cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro, em função de seus valores.
D11 – Resolver problema envolvendo o cálculo do perímetro de figuras planas, desenhadas em malhas quadriculadas.
D12 – Resolver problema envolvendo o cálculo ou estimativa de áreas de figuras planas, desenhadas em malhas quadriculadas.

Tema III. Números e Operações /Álgebra e Funções
D13 – Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.
D14 – Identificar a localização de números naturais na reta numérica.
D15 – Reconhecer a decomposição de números naturais nas suas diversas ordens.
D16 – Reconhecer a composição e a decomposição de números naturais em sua forma polinomial.
D17 – Calcular o resultado de uma adição ou subtração de números naturais.
D18 – Calcular o resultado de uma multiplicação ou divisão de números naturais.
D19 –Resolver problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da adição ou subtração: juntar, alteração
de um estado inicial (positiva ou negativa), comparação e mais de uma transformação (positiva ou negativa).
20 – Resolver problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da multiplicação ou divisão:
multiplicação comparativa, idéia de proporcionalidade, configuração retangular e combinatória.
D21 – Identificar diferentes representações de um mesmo número racional.
D22 – Identificar a localização de números racionais representados na forma decimal na reta numérica.
D23 – Resolver problema utilizando a escrita decimal de cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro.
D24 – Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.
D25 – Resolver problema com números racionais expressos na forma decimal envolvendo diferentes significados da adição ou subtração.
D26 – Resolver problema envolvendo noções de porcentagem (25%, 50%, 100%).

Tema IV. Tratamento da Informação
D27 – Ler informações e dados apresentados em tabelas.
D28 – Ler informações e dados apresentados em gráficos (particularmente em gráficos de colunas).


Na avaliação essas habilidades serão exigidas nos exercícios, quem quiser dar uma resolvida em casa para aprimorar os conhecimentos pode acessar os sites abaixo:

Pregador Luo - Coração Brasileiro





Atendendo ao pedido do meu aluno Gabriel, uma música bem legal para o mês do civismo!

domingo, 18 de setembro de 2016

TRAGÉDIA EM MARIANA - Atualidades - Prof. Paulo Jubilut





É Região Sudeste, é preservação (ou destruição) ambiental, é problema nosso também!

Sons do X - Nossa Lingua Portuguesa





Estou compartilhando este vídeo porque passei quase um ano à caça dele. No final dessa entrevista, o professor Pasquale lê uma crônica do Mário Lago sobre o uso do X. Muito Legal!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Explicação mais uma vez...





Não repara a voz, a unha, a letra, o mundo. Pensa na Matemática!

Tipos de frações: forma própria, impropria, mista e aparente

Como comparar frações - Método rápido

Redução de Frações ao Mesmo Denominador

DIVISÃO - Aprenda a Dividir, Multiplicar e Subtrair.

Aprender as Frações Equivalentes

Frações de Fruta -- Lições animadas de matemática





Aprenda os princípios básico das frações com esse tutorial animado fresquinho. Você nunca mais vai olhar para frutas fatiadas da mesma forma!

Dica do Mês

Um seriado muito legal, da minha infância e que eu super recomendo para vocês! Conteúdo educativo e muito interessante! Bem melhor do que muito desenho atual!

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Linha do Tempo da História do Brasil



Para quem não conseguiu copiar a Linha do Tempo hoje em sala, segue o quadro.
Não esqueçam que é conteúdo de avaliação e deve constar no caderno de História!

;)

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Independência ou Morte - Trecho do filme





Cena do filme de 1972 estrelado por Tarcísio Meira em que D. Pedro proclama a independência do Brasil às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, e depois é coroado primeiro imperador do país.

Canção do Expedicionário





Canção do Expedicionário

Letra: Guilherme de Almeida
Música: Spartaco Rossi





Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Do pampa, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal. 

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Hino à Bandeira





HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Letra de: Olavo Bilac (1865-1918) 
Música de: Francisco Braga (1868-1945) 

Hino da Proclamação da República - EXCELENTE!





Na minha opinião, o mais belo Hino que temos. Nos dias que temos vivido com a DEMOCRACIA colocada à prova, este hino vem fazer um apelo que é de muitos, que a "Liberdade, abra as asas sobre nós".




HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus.
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar !
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz

Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou neste audaz pavilhão!
Mensageiro de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra, nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,


Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Letra de: Medeiros e Albuquerque 
Música de: Leopoldo Augusto Miguez

Hino da Independência do Brasil





Hino da Independência do Brasil

Evaristo Ferreira da Veiga

 



Já podeis da Pátria filhos

Ver contente a mãe gentil

Já raiou a liberdade

No horizonte do Brasil

Já raiou a liberdade

Já raiou a liberdade

No horizonte do Brasil!



Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil!



Os grilhões que nos forjavam

Da perfídia astuto ardil

Houve mão mais poderosa

Zombou delas o Brasil

Houve mão mais poderosa

Houve mão mais poderosa

Zombou delas o Brasil



Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil



Não temais ímpias falanges

Que apresentam face hostil

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil

Vossos peitos, vossos braços

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil



Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil



Parabéns, ó brasileiros!

Já, com garbo juvenil

Do universo entre as nações

Resplandece a do Brasil

Do universo entre as nações

Do universo entre as nações

Resplandece a do Brasil



Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil

Hino de Goiás





Esse nem a professora sabia! Escuta e aprende gente!



Hino de Goiás



Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhangüera, malícia e magia,

Bota fogo nas águas do rio.



Vermelho, de ouro assustado,

Foge o índio na sua canoa.

Anhangüera bateia o tempo:

Levanta, arraial Vila Boa!





Terra Querida

Fruto da vida,

Recanto da Paz.

Cantemos aos céus,

Regência de Deus,

Louvor, louvor a Goiás!

(repetem-se os três últimos versos)





A cortina se abre nos olhos,

Outro tempo agora nos traz.

É Goiânia, sonho e esperança,

É Brasília pulsando em Goiás!



O cerrado, os campos e as matas,

A indústria, gado, cereais.

Nossos jovens tecendo o futuro,

Poesia maior de Goiás!



Terra Querida

Fruto da vida,

Recanto da Paz.

Cantemos aos céus,

Regência de Deus,

Louvor, louvor a Goiás!

(repetem-se os três últimos versos)



A colheita nas mãos operárias,

Benze a terra, minérios e mais:

O Araguaia dentro dos olhos,

eu me perco de amor por Goiás!



Terra Querida

Fruto da vida,

Recanto da Paz.

Cantemos aos céus,

Regência de Deus,

Louvor, louvor a Goiás!

(repetem-se os três últimos versos)



Compositor: Letra: José Mendonça Teles / Melodia: Joaquim Jayme

Hino de Anápolis





Aproveitando o clima de civismo, vamos aprender o hino da nossa cidade?

Lindíssima letra e melodia!



Hino oficial da cidade de Anápolis

Anápolis de lutas e valores
Edificada sob as mãos da padroeira
Cidade sonhos dos teus filhos
Mensageira de paz e encanto
De acalanto e flores.
Quem te ilumina em manhãs douradas
Sorri febril derrama luzes nas calçadas
E te acompanha neste afã de progredir
É o mesmo sol que esplende céu afora
A prometer um só porvir de suma aurora.
Quem te gorjeia levemente
Aos ouvidos velhas canções
De quem passou e continua
É o passado a compor versos comovido
E a ostentar teus monumentos pelas ruas!
Anápolis, Anápolis poema de bravura
Que escreveram nossos pais, nossos avós
Alma gigante que se alastra em terra pura
Canção de amor que a gente canta em plena voz.
Anápolis, Anápolis poema de bravura
Que escreveram nossos pais, nossos avós
Alma gigante que se alastra em terra pura
Canção de amor que a gente canta em plena voz.
Autores: Orestes Farinello & Hemogênia Eleutério de Oliveira

Importância do civismo na escola





Será que todo mundo na sua casa sabe cantar os hinos da nossa pátria? E da nossa cidade?

Faça o teste!

domingo, 4 de setembro de 2016

A primavera está chegando...



Semente do Amanhã
Gonzaguinha
  

Ontem um menino que brincava me falou
que hoje é semente do amanhã...

Para não ter medo que este tempo vai passar...
Não se desespere não, nem pare de sonhar

Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs...
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar!
Fé na vida Fé no homem, fé no que virá!

nós podemos tudo,
Nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será

Links para os contadores de história

Os links abaixo são de canais de contadores de história, pesquisem bastante e assistam para perceberem os principais traços da contação!


Contação de Histórias com César Obeid- "O Barbante e a Rima"

A Árvore do Dinheiro

Literatura de Cordel





Você sabe o que é a Literatura de Cordel?

Vídeo ilustrativo muito legal! Recomendo!

Guardiões da Biosfera - Mata Atlântica





O Bioma de estudo desse mês é a Mata Atlântica! Mais um vídeo da série Guardiões da Biosfera para vocês assistirem!

Interjeição | Música

Advérbio | Música

Uso dos Porquês - Professora Lorena





Tem como não aprender como uma professora figuraça assim? Adorei!

Colegas de profissão assim que fazem a gente acreditar que ainda tem gente que não trabalha só pelo dinheiro! Parabéns Lorena!



Meninos, assistam, é óóótimo!

Uso dos porquês. (MÚSICA)





A música está quase no final do vídeo, compensa muito ouvir! Aprende e ainda se diverte!